sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Darfur: O início.

Confesso que já não me recordo a primeira vez que ouvi essa palavra “Darfur”. Ela introduziu se de tal maneira no meu quotidiano e era usada por professores, amigos com uma banalidade que agora acho assustadora.

Na altura, para mim, Darfur era sinónimo de “fotos de meninos de barriga inchada e música pirosa e lamechas” tão característica daqueles anúncios cujo único objectivo é comercializar uma causa. Nem sequer sabia localizar a cidade de Darfur no mapa.

Um dia lembrei me de pesquisar sobre o assunto e fiquei perplexa com o que encontrei. A velha luta pela primazia da raça, mas pior todo o massacre de inocentes que foi deixado como rasto. Alguém tem que fazer alguma coisa. Há alguma frase que eu possa dizer que não vai soar a cliché? Todo o mundo observa e emite sons de indignação ao ver imagens de pessoas cortadas a meio mas muda de canal! E Darfur assim permanece : esquecido.

Não vou seguir a corrente, não vou ser indiferente.

Vou fazer barulho.

Vou salvar Darfur.

1 comentário:

k disse...

E eu estou contigo!