Confesso que já não me recordo a primeira vez que ouvi essa palavra “Darfur”. Ela introduziu se de tal maneira no meu quotidiano e era usada por professores, amigos com uma banalidade que agora acho assustadora.
Na altura, para mim, Darfur era sinónimo de “fotos de meninos de barriga inchada e música pirosa e lamechas” tão característica daqueles anúncios cujo único objectivo é comercializar uma causa. Nem sequer sabia localizar a cidade de Darfur no mapa.
Um dia lembrei me de pesquisar sobre o assunto e fiquei perplexa com o que encontrei. A velha luta pela primazia da raça, mas pior todo o massacre de inocentes que foi deixado como rasto. Alguém tem que fazer alguma coisa. Há alguma frase que eu possa dizer que não vai soar a cliché? Todo o mundo observa e emite sons de indignação ao ver imagens de pessoas cortadas a meio mas muda de canal! E Darfur assim permanece : esquecido.
Não vou seguir a corrente, não vou ser indiferente.
Vou fazer barulho.
Vou salvar Darfur.

1 comentário:
E eu estou contigo!
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